11/10/2007

Perdoa-me, Deus, quando eu me queixo!





De autor desconhecido



Hoje, num autocarro, vi uma linda jovem de cabelo dourado e invejei-a… Parecia tão feliz… E desejei ser assim tão louro.
Quando por fim se erguei para sair, vi que ela coxeava pelo corredor. Só tinha um perna e usava muletas. Porém, quando passou… esboçou um sorriso! Perdoa-me, Deus, quando eu me queixo, pois tenho duas pernas. O mundo pertence-me!
Parei para comprar doces. O rapaz que mos vendeu era encantador. Falei com ele e pareceu-me muito feliz. Se eu me atrasasse não fazia mal. E, quando eu ia a sair, ele disse-me:
- Obrigado por ser tão amável. É bom falar com pessoas como o senhor. É que eu sou cego, sabe. – Perdoa-me, meu Deus, quando eu me queixo, pois tenho dois olhos. O mundo pertence-me!
Mais tarde, enquanto caminhava pela rua, vi uma criança de olhos azuis. Estava parada a ver os outros brincar, sem saber o que fazer. Parei um instante e perguntei-lhe:
- Porque razão não te juntas aos outros, meu querido?
O menino olhou em frente sem proferir uma palavra e então percebi que ele não ouvia. Perdoa-me, meu Deus, quando eu me queixo, pois tenho dois ouvidos. O mundo pertence-me!

Com pés que me permite ir onde desejo, olhos para ver o brilho do pôr-do-sol, ouvidos para ouvir o que quero saber… Perdoa-me, Deus, quando eu me queixo, pois fui abençoado. O mundo pertence-me!



Retirado de A Melhor Maneira de Viver, Og Mandino

1 comentário:

Anónimo disse...

Isso é tudo mt bonito.. mas sabes q pensamos sp diferente disso. "Estou bem onde nao estou", ja dizia a música... ***